terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Primeira SOLOHISTÓRIA

Atleta Rodney Wenke

Esta é a história do atleta Rodney Wenke, que mesmo não existindo a categoria SOLO na Corrida de Revezamento das Nascentes de Curitiba, foi lá e correu os 100km sem ao menos receber a medalha de Finisher. Este é o espírito SOLOMAN!


"Ontem eu realizei um sonho!! Completei os 100 km da corrida das nascentes, uma prova de revezamento , organizada pela prefeitura de Curitiba que passa por quase todas as cidades da região metropolitana em que tem as nascentes dos rios que f
ormarão o grande Rio Iguaçu, e também o Rio Capivari, circulando a bela Curitiba por regiões de área rural, com mais de 90% do percurso em estrada de terra, com muitas subidas e descidas, praticamente sem planos, ( não consegui traçar a altimetria, o nearby, não aceitou o link assim que baixar do garmim eu posto). Isso era um sonho pra mim, já havia corrido por três vezes no revezamento, que pelas regras da prova devem ter entre 8 e 12 participantes, e não existe uma categoria solo, mas resolvi correr assim mesmo como um treino, largando de noite, correndo por toda a madrugada e chegando no meio da manhã, deu tudo certo para mim, tive a compania de dois grandes amigos, o coronel José Carlos Seabra Santose o Jair Evangelista, o Jair foi comigo até os 50 km, já o seabra se perdeu no caminho, hahah, e rodou 49 km mas para outro lado, fora do percurso da prova, pude ver mais uma vez que seria impossível de terminar, nem mesmo, de correr sem o apoio de minha esposa Louise Andreatta Rodrigues Wenke e meu sobrinho Ruan Andreatta. Tenho que admitir que lá pelos 70km eu queria desistir e parar, afinal de contas que eu ia ganhar com isso? Nem medalha dessa vez!! Hahaha, mas toda vez que passava pelo carro e a lula sorria pra mim me dava força para seguir em frente, foi um parceiraça, e olha que nesses últimos dias eu estava meio insuportável, Obrigado Gatinha, te amo muito"


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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Histórico do SOLOMAN 2013


Era uma sexta-feira de outubro de 1997, um dia antes da largada do lendário Ironman de Kona, no Havaí, quando nasceu uma lenda.

Marcelo Vallim, um triatleta brasileiro que sonhava em completar esta magnífica prova, resolveu não dar ouvidos à federações e à mídia. Da forma mais simples possível, como deveria ser, pensou: "Porque tenho que conquistar uma vaga para um mundial, gastar dinheiro com inscrições de provas e me submeter a todas as regras para nadar 3800m, pedalar 180km e correr 42.2km no Havaí?"

A solução do Marcelo Vallim foi a mais fantástica possível. Um dia antes do mundial, que ocorreria no sábado, com as bóias de natação já montadas pela organização e com algum planejamento anterior junto a alguns amigos para nutrição e hidratação, lá foi ele, largando para o seu SOLOMAN. Toda a história está descrita AQUI no blog do Ciro Violin.


Esta história, como não poderia deixar de ser, virou uma lenda entre os triatletas brasileiros das antigas. Em 2003, seis anos depois, um grupo de amigos do interior de São Paulo, inclusive o próprio Marcelo Vallim, resolveu realizar a segunda edição do SOLOMAN. A realidade na ocasião era outra. Já existia o Ironman de Florianópolis, IRONMAN e seu famoso símbolo "M DOT" haviam se transformado e se consolidado como uma marca forte, patenteada e coordenada por uma empresa chamada WTC e já estava na boca dos brasileiros.

Quinze atletas, nesta segunda edição, nutriam o mesmo sentimento, o de se perguntar: "Porque precisamos pagar e nos submeter às normas de uma marca e de uma empresa privada para nadar 3800m, pedalar 180km e correr 42.2km? Ela pode patentear o nome Ironman, mas não pode tomar posse das distâncias!"

Como um grupo de amigos que reune suas famílias para comemorar e vibrar pelo esporte de endurance, este segundo SOLOMAN teve um capricho único: Com pórtico, medalhas, camisetas de "finisher" e festa de encerramento junto aos familiares. Não existia uma organização, uma empresa ou uma instituição para fornecer o serviço "Prova de Triathlon". Era simplesmente um momento onde atletas fariam o que mais gostavam, nadar, pedalar e correr, juntamente com as pessoas que mais amavam. Um momento único longe dos holofotes, da mídia, do "glamour" do tradicional Ironman.

Dia 24 de maio de 2003, um domingo, no mesmo dia do Ironman Brasil, às 7hs da manhã, foi dada a largada do segundo SOLOMAN, em Limeira, São Paulo.




Dez anos depois, mas precisamente dia 26 de maio de 2013, novamente no mesmo dia do Ironman de Florianópolis, será dada a largada à TERCEIRA EDIÇÃO DO SOLOMAN, no Broa Golf Resort em Itirapina, São Paulo!

Os "SOLOMANS" que irão participar ainda não estão definidos, mas já é bom avisar de antemão: 
- Vocês serão responsáveis pela sua prova. O SOLOMAN não terá uma Organização que você paga para ter um serviço. Você é seu próprio prestador de serviços.
- TREINEM! O SOLOMAN não é treino para uma outra prova. Este não é o ideal sobre o qual o desafio foi moldado. Este será o Dia "D" para os atletas que lá estarão, não um dia de treinão.
- Querem outra razão para virem treinados e não encará-lo como um treinão qalquer? Simples. Se não treinarem e não chegarem polidos e aptos para o desafio, simplesmente não concluirão a prova. Aos atletas que estão acostumados a comparar tempos de Ironmans, esqueçam. Lá, todas estas métricas não servirão para nada (rsrsrs).
- Não existirão fiscais. No mundo SOLOMAN, o fiscal é o atleta e seu caráter. Sua punição em caso de picaretagem será o desprezo de seus colegas, verdadeiros SOLOMANS.

SOLOMAN!!!!!!!!

Histórico do SOLOMAN 2013


Era uma sexta-feira de outubro de 1997, um dia antes da largada do lendário Ironman de Kona, no Havaí, quando nasceu uma lenda.

Marcelo Vallim, um triatleta brasileiro que sonhava em completar esta magnífica prova, resolveu não dar ouvidos à federações e à mídia. Da forma mais simples possível, como deveria ser, pensou: "Porque tenho que conquistar uma vaga para um mundial, gastar dinheiro com inscrições de provas e me submeter a todas as regras para nadar 3800m, pedalar 180km e correr 42.2km no Havaí?"

A solução do Marcelo Vallim foi a mais fantástica possível. Um dia antes do mundial, que ocorreria no sábado, com as bóias de natação já montadas pela organização e com algum planejamento anterior junto a alguns amigos para nutrição e hidratação, lá foi ele, largando para o primeiro SOLOMAN da história. Toda a história está descrita AQUI no blog do Ciro Violin.


Esta história, como não poderia deixar de ser, virou uma lenda entre os triatletas das antigas. Em 2003, dezesseis anos depois, um grupo de amigos do interior de São Paulo, inclusive o próprio Marcelo Vallim, resolveu realizar a segunda edição do SOLOMAN. A realidade na ocasião era outra. Já existia o Ironman de Florianópolis, IRONMAN e seu famoso símbolo "M DOT" haviam se transformado e se consolidado como uma marca forte, patenteada e coordenada por uma empresa chamada WTC e já estava na boca dos brasileiros.

Quinze atletas, nesta segunda edição, nutriam o mesmo sentimento, o de se perguntar: "Porque precisamos pagar e nos submeter às normas de uma marca e de uma empresa privada para nadar 3800m, pedalar 180km e correr 42.2km? Ela pode patentear o nome Ironman, mas não pode tomar posse das distâncias!"

Como um grupo de amigos que reune suas famílias para comemorar e vibrar pelo esporte de endurance, este segundo SOLOMAN teve um capricho único: Com pórtico, medalhas, camisetas de "finisher" e festa de encerramento junto aos familiares. Não existia uma organização, uma empresa ou uma instituição para fornecer o serviço "Prova de Triathlon". Era simplesmente um momento onde atletas fariam o que mais gostavam, nadar, pedalar e correr, juntamente com as pessoas que mais amavam. Um momento único longe dos holofotes, da mídia, do "glamour" do tradicional Ironman.

Dia 24 de maio de 2003, um domingo, no mesmo dia do Ironman Brasil, às 7hs da manhã, foi dada a largada do segundo SOLOMAN, em Limeira, São Paulo.




Dez anos depois, mas precisamente dia 26 de maio de 2013, novamente no mesmo dia do Ironman de Florianópolis, será dada a largada à TERCEIRA EDIÇÃO DO SOLOMAN, no Broa Golf Resort em Itirapina, São Paulo!

Os "SOLOMANS" que irão participar ainda não estão definidos, mas já é bom avisar de antemão: 
- Vocês serão responsáveis pela sua prova. O SOLOMAN não terá uma Organização que você paga para ter um serviço. Você é seu próprio prestador de serviços.
- TREINEM! O SOLOMAN não é treino para uma outra prova. Este não é o ideal sobre o qual o desafio foi moldado. Este será o Dia "D" para os atletas que lá estarão, não um dia de treinão.
- Querem outra razão para virem treinados e não encará-lo como um treinão qalquer? Simples. Se não treinarem e não chegarem polidos e aptos para o desafio, simplesmente não concluirão a prova. Aos atletas que estão acostumados a comparar tempos de Ironmans, esqueçam. Lá, todas estas métricas não servirão para nada (rsrsrs).
- Não existirão fiscais. No mundo SOLOMAN, o fiscal é o atleta e seu caráter. Sua punição em caso de picaretagem será o desprezo de seus colegas, verdadeiros SOLOMANS.

SOLOMAN!!!!!!!!